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Archive for julho \30\UTC 2010

Aí vai a de hoje: Meiko Kaji, a Lady Snowblood que inspirou 90% do personagem da Lucy Liu em Kill Bill.

Filmaço. Clica aqui e vai.

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Quando essa turma do stand-up se reúne, normalmente sai coisa boa.

PARÊNTESE: O stand-up americano é muito bacana, eles fazem isso há bastante tempo e é da cultura deles. No Brasil, acho 99% das coisas que vi até hoje ruins pra cacete. É só nego fazendo piada ruim, mas com um tom de voz que praticamente obriga um monte de gente pré-disposta a rir a… dar risada. Fim do parêntese.

Vou retormar o raciocínio. Essa turma formada por Seth Rogen, Jonah Hill, Chris Rock e Adam Sandler é especialista em fazer humor bacana (apesar de que o Adam Sandler anda querendo ser o herói mela-cueca ultimamente). Então o que acontece em Funny People é bem o que se espera: um filme com momentos engraçados, típicos do Judd Apatow, momentos de drama mela-cueca, típicos do Adam Sandler, momentos maconha, típicos do Seth Rogen, e uma história que parece não ter uma linha bem definida, típica de uma apresentação de stand-up.

No início da história, o Adam Sandler é um comediante famoso e rico, que faz filmes pastelão do tipo dos irmãos Wayans. Tudo vai bem, até ele descobrir que tem câncer. Nesse meio tempo, ele contrata o Seth Rogen, um comediante amador, para escrever suas piadas. E os dois viram amigos. Um monte de sub-tramas aparece no meio do filme, mas resumindo é isso aí.

Se você prestar atenção nas categorias, ali no fim do post, vai ver que coloquei Funny People como comédia. Porém não se engane. Apesar dos momentos engraçados e inteligentes, não é um filme daqueles pastelões em que, dependendo do seu humor, você rola de dar risada.

Nesse caso, prefira os Wayans.

O que é legal: Como a história gira em torno de comediantes stand-up, e os atores realmente são comediantes stand-up de verdade, as piadas que vemos ali são bem engraçadas (a maioria) e infinitamente superiores àquelas que você vai ser obrigado a ouvir no “barzinho”.

O que não é legal: O filme não tem muita linha, parece tudo jogado, desorganizado. O dramalhão se mistura à comédia de um jeito estranho, e o final tem umas cenas lamentáveis. Adam Sandler, né?

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Arnold Schwarzenegger, o Terminator, o Governador da Califórnia, o Conan! 63 anos de brutalidade, porradaria e bom-humor no jardim de infância.

Christine Taylor, fazendo 38, dos engraçados Dodgeball, Tropic Thunder e Curb Your Enthusiasm.

Christopher Nolan, um dos diretores mais cheios de moral em Hollywood hoje em dia, depois de fazer Amnésia, os filmes do Batman e Inception. Faz 40.

Jean Reno, 62. O francês mais explosivo dos filmes de ação.

Terry Crews, fazendo 42. É o Latrell, do hilariante As Branquelas, e pai do Chris Rock em Everybody Hates Chris.

Laurence Fishburne, o Morpheus, fazendo 49.

Hilary Swank, a Menina de Ouro, faz 36 anos. Já apareceu por aqui no P.S. I Love You.

Peter Bogdavich, 71. O diretor de uma infinidade de filmes importantes também atua como psiquiatra da Dra. Melfi nos Sopranos.

Lisa Kudrow, 47. A Phoebe.

Vivica Fox, a Vernita Green do Kill Bill,  fazendo 46.

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Curti.

Esse remake é exatamente o que eu esperava.

Pra quem se lembrar do original, vai ficar fácil entender de que maneira eles alteraram algumas coisas – para a melhor – nesta versão.

Daniel San virou Xiao Dre, afinal estamos na China. Com dificuldades de adaptação, o guri odeia o país novo para onde foi obrigado a se mudar com a mãe. Para piorar as coisas, um bando de moleques adeptos do bullying, esta palavra tão em voga, passa a importunar a vida do moleque. E importunar, aqui, significa encher ele de porrada.

Sai Japão, entra China. Sai karate, entra kung-fu. Sai Pat Morita, o Sr. Myiagi, entra Jack Chan, o Sr. Han. Aí a história é exatamente a mesma. Para que os chineses encrenqueiros deixem o garoto em paz, ele deverá lutar no campeonato. E dá-lhe treinamento até lá (sem pintar cercas ou encerrar carros, que seria um pouco de abuso por parte dos roteiristas).

Gostei muito da fotografia. Não importa o filme, os cenários da China são sempre fantásticos. Também gostei do Jaden Smith, filho do Will Smith, como personagem principal. O guri é muito carismático, cheio de caras e bocas. Me agrada muito ele ser uma criança de verdade, não um mini-adulto (como grande parte dos atores mirins).O fato de ele treinar de verdade deve ter ajudado bastante no filme. Os movimentos são bem legais e verdadeiros.

Já o Jack Chan não consegue nem chegar perto do Sr. Myiagi. Não por culpa dele, que faz um excelente trabalho. O problema é que o chinês trapalhão virou um tipo de Tony Ramos, um daqueles atores que eu vejo e não consigo dissociar do personagem. Bem diferente do Pat Morita, que é e sempre será o Myiagi.

Enfim. Se você gostava do filme original, assista. Você vai se divertir muito relembrando da história do Daniel San, e passar duas boas horas em frente à tela. Se você tem filhos, assista com toda certeza. A levada do filme está um pouco mais infantil, porém ainda tem lições importantes para a criançada.

Muito bacana.

O que é legal: Se no original os garotos da outra academia eram uns vilões bem babaquinhas, típicos dos anos 80, eles agora são crianças normais, apenas mal direcionadas por um professor ruim. Esse é o tipo de coisa que achei que mudou para a melhor, e que realmente me irritava na sequência original.

O que não é legal: A luta final, que no filme original trazia todas as emoções do treinamento de Daniel Sa e culminava no clássico Chute do Grou, perdeu muita força neste remake. A maneira como ele vence não é tão marcante, e perde muito do seu significado. Bem na verdade, achei o final um pouco mal resolvido. E a trilha sonora é bem ruim.

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Fui falar que hoje estava fraco e acabei passando batido por um dos meus personagens preferidos.

Tony Sirico, o Paulie, capo do Tony Soprano, faz 68 anos.

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Anda fraco o negócio… Por hoje, só Lisa Peluso, a irmã do John Travolta em Os Embalos de Sábado à Noite, fazendo 46.

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Bom… Todo mundo já deve ter assistido a esse filme, que veio na onda dos blockbusters chineses O Tigre e o Dragão e Herói. Mesmo assim, acho ele tão bacana que revi estes dias e acho válido comentar aqui.

A história é muito simples. Mei é um membro do Clã das Adagas Voadoras, um grupo rebelde que combate o governo. Agindo disfarçada em um bordel de gueixas, ela é capturada pela polícia e aprisionada. Após ser salva por Vento, um ninja misterioso, ambos partem em uma fuga frenética pelas florestas de bambu da região, tentando retornar ao local onde o grupo de militantes se esconde.

O problema é que, nesta jornada, ninguém é o que aparenta ser na verdade. Este arco de descobertas irá revelar uma grande e trágica história de amor entre os personagens, escondida por trás do jogo de aparências até então interpretado.

O Clã das Adagas Voadoras passa num instante, e traz cenas realmente fantásticas de luta e duelo com armas.

Vale a pena ver hoje em dia, após o frenesi de filmes deste tipo de uns anos atrás. Muito bom.

O que é legal: Desde os figurinos até os cenários, a direção de arte do filme é muito bonita. As câmeras e movimentos valorizam isso a todo instante, e a direção de Yimou Zhang é ágil e esperta. Tecnicamente, é um filme de altíssimo nível.

O que não é legal: No arco final, quando a maior parte da trama é revelada, tudo parece apressado, como se o filme precisasse acabar logo. Uma pena, porque ele poderia durar facilmente uma meia hora a mais.

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