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Archive for maio \29\UTC 2010

Eu sei que você, malandro que é, vai ter vontade de alugar esse DVD.

Veja só… Tem a Megan Fox, é um filme de terror, é da Diablo Cody. Acho que rola, não é? Então, antes de fazer qualquer besteira, ouça por favor: este filme é uma bomba! É ruim, é sem sentido, é besta, a história é nojenta. Enfim, é uma bela bosta.

Primeiro: a Megan Fox, exalando sensualidade por todos os corredores do colégio, é a melhor amiga da menina mais derrotada da escola. Segundo: a feinha, que deveria estar feliz da vida porque arranjou um namorado, abandona o guri numa chuvosa noite de sexta para… Terceiro: ir a um bar de rednecks com a Megan assistir ao show de uma banda emo. Vou repetir: banda emo no bar de rednecks. OK. É tanta bobagem que fica difícil continuar listando.

O caso é que o bar pega fogo (supostamente esse fogo surge da vontade que a Megan Fox tem de dar para o carinha da banda). Uma galera morre e, após o incidente, a garota torna-se uma devoradora de garotos, no sentido canibal da coisa. E aí a amiga dela precisa fazer alguma coisa.

É isso.

Deve ter algum sentido nessa história, como uma alegoria para a adolescência das meninas ou qualquer coisa do tipo. Francamente, não faço a menor questão de perder meu tempo procurando entender.

Nota zero.

O que é legal: Como eu disse, tem a Megan Fox. E a trilha é legal.

O que não é legal: O roteiro. As atuações. O trailer. Porra, nem o poster é bom!

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Pode um homem, sozinho, resgatar o orgulho de toda uma nação? Mais: uma nação do tamanho da China?

Pode sim, nobres mancebos aficcionados por filmes de luta. E o nome deste homem é Huo Yuanjia.

Treinando desde criança e filho de um grande mestre de kung-fu, Yuanjia logo se torna o campeão local de luta. Porém, ao invés de galgar os caminhos da humildade, o lutador deixa-se dominar pela vaidade, entrando em uma disputa desnecessária na qual acaba matando outro mestre do vilarejo. A vingança da família do mestre Chin não demora, e logo Huo percebe a besteira que fez.

São a vergonha e o remorso que o conduzem a pequena vila de plantadores de arroz, onde Yuanjia pode refletir sobre seus atos passados e finalmente deixar de lado sua arrogância. Quando está pronto ele volta para sua cidade natal e aplica seus novos conhecimentos, tornando-se rapidamente um ídolo nacional. Mais do que isso, sua fama e força são capazes de resgatar todo o orgulho dos chineses, tidos então como homens fracos pela Câmara de Comércio Estrangeira, formada por Inglaterra, Espanha, Bélgica e Japão.

É claro que o sucesso de Yuanjia acaba incomodando os líderes das nações dominantes.

Em um movimento desprovido de caráter, então, os homens organizam um torneio onde seus melhores lutadores devem enfrentar Yuanjia, em sequência. E é exatamente neste momento que tem início o filme.

É um filmaço de luta! As sequências são muito bonitas, bem fotografadas, e abusam da agilidade tradicional do Jet Li em cenas sensacionais de duelo.

Para os fãs do gênero, é imperdível.

O que é legal: Ao pensar que o filme baseia-se em um personagem real, e colocá-lo no contexto de um país do tamanho da China, a coisa ganha uma dimensão bem maior. A história acaba extrapolando os limites da tela para tornar-se uma pequena lição de vida.

O que não é legal: O diretor, Ronny Yu, é o homem por trás de A Noiva do Chucky e Freddy vs. Jason. Deu para entender aonde eu quero chegar né? Em certos momentos é preciso algum esforço extra para entender o que aconteceu na história. Mas não é nada que atrapalhe, até porque no final das contas a grande graça está no Jet Li descendo o sarrafo em todo mundo.

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The Pacific

Após a ressaca de Lost, também chegamos ao fim de The Pacific.

The Pacific narrou, durante 10 episódios, a saga real dos Marines na Guerra do Pacífico, ponto importantíssimo estrategicamente para que o Japão não conquistasse mais territórios a favor do Eixo na região.

O foco principal recai sobre três personagens – John Basilone, Robert Leckie e Eugene Sledge, fuzileiros enfiados em diversas ilhotas chuvosas e infestadas de ratos e japoneses suicidas, além de um pouco de suas histórias pessoais fora e após a guerra.

Na avaliação geral achei uma baita série, e nem teria como ser diferente algo que está sob a batuta de Tom Hanks e Steven Spielberg. Mesmo assim a comparação com Band of Brothers é inevitável, por tratar-se da mesma guerra, mesma equipe de produção e praticamente o mesmo formato.

E aí, amigo, a coisa ficou feia para o The Pacific.

Porque, olhando assim, os personagens de The Pacific não tem o mesmo carisma. Explorar tanto a história de cada um os coloca em uma posição mais frágil, exposta, mais sujeita a falhas. O cenário também não ajuda. Enquanto em Band of Brothers tínhamos fases incríveis, espalhadas por toda uma Europa dominada por nazistas, em The Pacific as ilhotas apenas mudam de nome, mantendo as mesmas características que as tornam lugares inóspitos e detestáveis para se estar em uma guerra.

Se você está tendo o prazer de ver Band of Brothers pela primeira vez, mesmo que na Bandeirantes, aproveite. Seu sucessor não consegue, infelizmente, ser tão bom quanto ele.

Ainda assim, é algo que certamente não deve ser perdido.

Aliás… Só a abertura já valeria a pena. Que trilha espetacular.

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Ah, o cinema indonésio…

Um cara com cabeça de porco segurando um machado sob um título incompreensível escrito em fonte de quadrinhos. Só o cartaz de Pintu Terlarang já oferece motivos suficientes para assisti-lo.

Mas isso não é tudo.

Este é um dos filmes com a maior quantidade de plot twists que eu já vi! Um prato cheio para quem adora viradas inesperadas e surpresinhas no final.

Basicamente, o que ele conta é a história de Gambir, um escultor de sucesso casado com a mulher mais gata da Indonésia. Tudo vai bem, até os dois entrarem em uma clínica de aborto e tirarem o bebê. Atormentado, Gambir esconde o pequeno feto dentro de uma de suas esculturas de mulher grávida, embarcando em um inferno pessoal.

Ao mesmo tempo, desenrola-se outra trama. Gambir passa a receber diversos pedidos de socorro escritos em locais improváveis (inclusive no seu biscoito da sorte). O chamado vem de um garotinho, que o leva a entrar em uma história envolvendo uma seita ligada a canais que exibem vídeos snuff (de tortura e violência real) – uma espécie de BBB malvado liderado por um Pedro Bial satânico.

A forma como tudo isso irá se interligar, no final, é tão bacana quanto confusa. Confesso que até agora não entendi direito o fim, que parece misturar dois finais alternativos em uma coisa só. Enfim, é uma zona.

Mesmo assim, é uma zona que prende e é muito bem feita. Pintu Terlarang é caótico!

O que é legal: Os banhos e esguichos de sangue são bem frequentes no cinema oriental. A graça está em como eles conseguem, a cada filme, adicionar requintes de crueldade inimagináveis para estas cenas. Não há limites para a imaginação bárbara dessa gente, meu povo!

O que não é legal: Também não há limites na hora de inventar finais para o filme. Na dúvida, o diretor Joko Anwar colocou uns dois ou três deles juntos e não dá pra entender nada.

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Não dá pra pular assim, direto, de algo tão grandioso quanto o final de Lost para um outro assunto menor.

Então vale ainda postar esses posters de fã que estão lá no Flickr. O Lúcio Ribeiro, em cima do lance, postou algum deles hoje. Aqui eu deixo alguns da primeira temporada, e o restante tá lá no perfil do gideonslife.

Um para cada episódio, trabalho de louco. Cada um resume bem o que foi a série e ajuda a refazer o caminho percorrido nestes seis anos de ilha.




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Pronto, acabou

Nunca achei que me sentiria assim, numa mistura de alegria e tristeza, simplesmente porque uma série acabou.

Um simples programa de TV, que colocava um grupo de personagens perdidos em uma ilha misteriosa. Que começou há seis anos, em outra cidade, em outro emprego… E que rapidamente, desde o primeiro episódio, tornou-se uma obsessão de fazer inveja a qualquer fã de Crepúsculo.

Foi emocionante chegar até aqui. E querem saber de uma coisa? Não poderia acabar melhor. Nem cabem spoilers neste último episódio, e sim dizer o quanto gostei dele. Porque este The End conseguiu ser o que Lost sempre foi: um instrumento para a imaginação.

Nestes seis anos, não foram poucas as teorias (furadas) que eu e milhares de fãs construímos. Lost me levou a ler um livro de Stephen Hawkings sobre o espaço-tempo e wormholes, pesquisar sobre a Arca da Aliança, procurar referências na Bíblia, inventar teorias sobre universos paralelos, conhecer religiões, entender melhor o conceito de Dharma, entre tantas outras coisas.

Mas, mais importante, Lost criou um universo fantástico onde tudo isso era possível e podia ser relacionado. Mais que recuperar o movimento das pernas ou curar um câncer, a ilha guardava um poder especial: o de fazer com que todos que viviam nela, ou com ela, sentados em seus sofás, pudessem dar asas à imaginação e, sem medo ou vergonha, pudessem criar o que quisessem.

Com o perdão do clichê, o principal poder da ilha de Lost era o de fazer sonhar.

Nada mais adequado, então, que um final que mantém este espírito vivo e as portas abertas às interpretações. Ao mesmo tempo, era tudo que eu esperava e muito mais do que eu queria. Porém desta vez com uma diferença: não tenho vontade de criar nenhuma teoria nem explicar o final.

Como os personagens com os quais convivemos durante seis anos, despeço-me de Lost em paz e satisfeito, com um sorriso no rosto e a sensação de que tudo foi como deveria ser.

Foi como o fim da escola.

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Ainda não vi. Ver por streaming com a minha internet é de matar, e ficar acordado para ver o baixado é de perder o emprego.

Então, na contramão do hype, é hoje à noite mesmo.

Até lá sem Twitter, blogs e outras spoilerzices, ok?

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